A negra vermelha
Item
- Título
- A negra vermelha
- Identificador
- 156
- Fotógrafo(a)
- Filipe Berndt, fotografia
- Data de criação
- 2024
- Localização
- Coleção da artista
- Material
- Tule de nylon e estrutura de ferro sobre rodas
- Técnica
- Objeto‑montagem
- Medidas
- 3,30 × 2,00 × 2,00 m
- Contexto cultural
- Arte brasileira
- Estilo ou período
- Arte contemporânea
- Assunto
-
Espaço urbano
Precarização do trabalho - Referência
- CHIARELLI, Tadeu . Carmela Gross: entre a revolução e a revolta. ARTE!Brasileiros, 17 jun. 2024. Disponível em: https://artebrasileiros.com.br/opiniao/conversa-de-barr/carmela-gross-entre-a-revolucao-e-a-revolta/ . Acesso em: 18 set. 2025.
- Tipo de trabalho
- escultura
- Descrição
- Este objeto-montagem, apresentado antes como A negra, na Avenida Paulista, em 1997, reaparece em 2024 para a exposição do Sesc Pompeia, Carmela Gross: Quase Circo, revestido de vermelho. "O que antes era um vulto negro misterioso aparece agora com exuberância carnavalesca, quase um fogaréu…" (Texto da autora, 2024). Assim como o restante de suas obras, A negra vermelha dialoga com questões ligadas ao espaço urbano, assinalando um olhar crítico sobre a relação entre o trabalho, a cidade e a arte. Há um contraste especial entre a obra e o local onde ela foi instalada. O Sesc Pompeia foi projetado pela arquiteta visionária Lina Bo Bardi, com um valor simbólico ligado ao futuro de uma nação brasileira mais democrática e uma perspectiva de um futuro melhor, através de uma revolução. Enquanto que as instalações de Carmela trazem uma urgência no agora e na transformação do presente, através de uma revolta.
- Item sets
- Carmela Gross
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